Crítica – Aves de Rapina (Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa) | Mural da Fama – O site das estrelas
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Crítica – Aves de Rapina (Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa)

Um tema muito forte que aparece muito é o empoderamento feminino, exemplos disso podem ser vistos em o Exterminador do Futuro com a personagem Sarah Connor,
Capitã Marvel, a Mulher Maravilha, dentre diversas outras, que mostram as mulheres destacando um papel muito importante nos filmes de heróis.
Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa, traz a personagem que fez muito sucesso nos desenhos do Batman nos anos 90, a Arlequina em seu primeiro filme
solo, no qual ela mostra estar tentando ser independente e que não precisa do Coringa, pois desde o filme Esquadrão Suicida, a personagem voltou a ganhar destaque, pois
antes seu destaque vinha apenas de jogos como “Injustice Gods Among Us”.

A vilã-Anti-Heroína possui um passado muito dificil, pois como a Dra Harleen Quinzen, que estava tratando do paciente Coringa na Asilo Arkham, mas acabou se apaixonando por ele, e conseguia ser muita maltratada enquanto jurava amor eterno ao seu agressor logo se torna insustentável. No cinema, tornou-se uma questão de vida ou morte, se ela não se libertar de seu antigo amor, ela morre.

As novas personagens introduzidas para compor a trama possuem uma trajetoria própria, com pouco tempo para se estabelecer:Caçadora tem habilidades de assassina com uma uma besta, Renee Montoya policial tentando fazer a coisa certa e Canário Negro uma cantora escondendo sua habilidade com a voz. A trama gira em torno de Cassandra Cain, uma menina batedora de carteiras que se torna o motivo pelo qual toda a história circula.
A receita desse longa chega ao estilo Deadpool, um tom muito exagerado de humor negro, e comédia exagerada, que consegue atrair a atenção do publico, mas se distancia de seu filme antecessor, que tinha os pontos de risada, mas alimentava o lado do drama e do suspense em torno dos anti-heróis. Muito poderia ser dito, que estamos vendo vilãs, que a principal vem de um um personagem que alimenta o humor em suas tramas, mas o filme o solo do Coringa(2019), alimentou mais o lado dramatico, do que o humor do personagem.

O Mascara Negra vilão central do filme tentou fazer jus ao Coringa, e ele perde as estribeiras por completo, ao sentir que não tem o controle da situação, e que para se sentir no poder, ele precisa a todo custo subjulgar a Arlequina, quer era a namorada de seu rival no crime.

Para encerrar o filme deveria nos levar ao proximo da franquia, mas ao invés disso termina de uma maneira com piada nas famosas cenas pós-créditos, ao estilo
Homem Aranha Longe de Casa, Curtindo a Vida Adoidado e Deadpool.

Nota para o filme 7

Sobre o filme

Você já ouviu aquela da policial, do pássaro que canta, da psicopata e da princesa da máfia? Aves de Rapina (Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa) é um conto distorcido contado pela própria Arlequina, como somente a própria pode contar. Quando o vilão mais narcisista de Gotham, Roman Sionis, e seu zeloso braço direito, Zsasz, têm como alvo uma jovem chamada Cass, a cidade fica de cabeça para baixo procurando por ela. Os caminhos de Arlequina, Caçadora, Canário Negro e Renee Montoya se cruzam e o improvável quarteto não tem escolha a não ser se unir para derrubar Roman.

No filme da Warner Bros. Pictures, Margot Robbie (“Eu, Tonya”) retorna como Arlequina, ao lado de Mary Elizabeth Winstead (“10 Cloverfield Lane”, “Fargo”) como Caçadora; Jurnee Smollett-Bell (série da HBO “True Blood”) como Canário Negro; Rosie Perez (“Fearless”, “A Escolha Perfeita 2”) como Renee Montoya; Chris Messina (“Argo”, série de TV “Objetos Cortantes”) como Victor Zsasz; e Ewan McGregor (“Doutor Sono” e filmes da franquia “Trainspotting”) como Roman Sionis. A novata Ella Jay Basco também estrela como Cassandra “Cass” Cain em seu primeiro filme.

Dirigido por Cathy Yan (“Dead Pig”) a partir do roteiro de Christina Hodson (“Bumblebee”), o filme é baseado nos personagens da DC. Robbie também produziu o longa ao lado de Bryan Unkeless e Sue Kroll. Os produtores executivos são Walter Hamada, Galen Vaisman, Geoff Johns, Hans Ritter e David Ayer.

Junto com Yan nos bastidores esteve o time criativo composto pelo diretor de fotografia Matthew Libatique (“Nasce Uma Estrela”, “Venom”); o designer de produção K.K. Barrett (“Ela”); os editores Jay Cassidy (“Trapaça”, “O Lado Bom da Vida”) e Evan Schiff (“John Wick” Capítulos 2 e 3); e a figurinista Erin Benach (“Nasce Uma Estrela”). A música é de Daniel Pemberton (“Homem-Aranha: No Aranhaverso”).

A Warner Bros. Pictures apresenta, uma produção de LuckyChap Entertainment, Clubhouse Pictures e Kroll & Co. Entretainment, Aves de Rapina (Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa). Previsto para estrear em 6 fevereiro de 2020 nos cinemas brasileiros, o filme é distribuído pela Warner Bros. Pictures.

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