Alinne Moraes e Ana Beatriz estreiam a peça “Relâmpago Cifrado” | Mural da Fama – O site das estrelas
Alinne Moraes e Ana Beatriz estreiam a peça “Relâmpago Cifrado” | Mural da Fama – O site das estrelas

Alinne Moraes e Ana Beatriz estreiam a peça “Relâmpago Cifrado”

Fotos Rogerio Fidalgo

Ana Beatriz Nogueira e Alinne Moraes estrearam a peça “Relâmpago Cifrado”, na noite desta sexta-feira, 8 de novembro, no Teatro Petra Gold , no Leblon. Vários amigos foram prestigiar a dupla de atrizes, como Maite Proença, Gloria Perez, Giulia Bertolli, Ricardo Pereira, Jose Loreto, Helena Fernandes, Francisca Queiroz, Maria Ceiça, Liege Monteiro, Totia Meireles,  Alcione Mazzeo, dentre outros.

 

“O que você faria se descobrisse que sua vida foi inventada? Num tempo em que as fake news dominam o mundo, o que é verdade e o que é mentira sobre cada um de nós?”

 

Movido por estas perguntas, o dramaturgo Gustavo Pinheiro escreveu a peça “RELÂMPAGO CIFRADO”. A direção é de Clarisse Derzié Luz Leonardo Netto, este também diretor de “Um Dia a Menos”, outra peça de Ana Beatriz Nogueira, que estreou este ano e que volta à cena no mesmo teatro.

 

“RELÂMPAGO CIFRADO” tem seu título extraído do poema “Amor e Seu Tempo”, do livro “As Impurezas do Branco”, de Carlos Drummond de Andrade“A peça propõe um jogo delicado em que o público constrói a história no mesmo ritmo das duas personagens. É uma peça sobre o tempo, a memória e a empatia.”,afirma o autor, Gustavo Pinheiro.

 

“O jogo de cena, o encontro com Alinne no palco, o texto afiado do Gustavo… Tudo me encanta. Parceiros antigos e novos, gente de teatro, gigantes e firmes… Tudo me encanta.”, afirma Ana Beatriz Nogueira, que já vem de uma parceria longa com Alinne Moraes na TV. 

 

Ao que a amiga Alinne Moraes completa:“Hoje, fazer teatro com tanta censura, com tantos absurdos e cortes, conseguir levantar uma boa peça que nos faz refletir sobre a humanidade é muito importante, é resistência e também um ato político. 

 

Quando fui convidada pela Ana Beatriz Nogueira, essa grande atriz que fará 35 anos de carreira, para junto com ela apresentar ‘Relâmpago Cifrado’, aceitei imediatamente sem conhecer o texto. Só de estar ao seu lado em cima do palco, já é maravilhoso pra mim. Ao ler a peça junto com ela e a equipe, me dei conta da grandiosidade da história. O embate entre as personagens, que são duas médicas, a trajetória do primeiro encontro até o último é transformador para elas. Não só para elas, como para nós atrizes e todo o público.”

 

SINOPSE

 

A ação se passa no consultório da Médica A (Ana Beatriz Nogueira), profissional reconhecida e respeitada em seu meio, ligada aos valores humanos da medicina e de forte senso ético. Ela recebe a visita da jovem e talentosa Médica B (Alinne Moraes ), ambiciosa e um tanto cheia de si, que vem em busca de uma carta de recomendação para ser aceita em uma especialização muito almejada.

 

A Médica A não recebe a Médica B com simpatia. Os encontros custam a ser marcados, e são difíceis quando acontecem. As duas tem visões muito diferentes da profissão, e a discussão ética vai se agravando até que uma revelação de um acontecimento passado muda o rumo da história de ambas.

 

A MONTAGEM

 

O cenário de Andre Sanches reveste o palco com uma grande lona coberta de areia, sobre a qual se passa a ação. Várias mesas e bancos de tamanhos diferentes aludem a ampulhetas – agrado que a Médica A recebe com frequência dos seus pacientes. A trilha original é de Leila Pinheiro.

 

PALAVRA DE DIRETOR

 

“Peça de ator é como os artistas de teatro, em seu jargão profissional, se referem a uma obra dramatúrgica que tem sua força calcada na construção de seus personagens e na interpretação que os atores farão desses personagens. A tal ponto que se, hipoteticamente, todos os elementos cênicos utilizados para a finalização do espetáculo, tais como cenografia, figurinos, iluminação, trilha sonora, fossem suprimidos, o espectador continuaria sendo tocado da mesma forma. 

 

RELÂMPAGO CIFRADO é uma ‘peça de ator’. O embate entre duas médicas de gerações diferentes, que ocorre no consultório de uma delas, pode prescindir de tudo, menos das atuações de Ana Beatriz Nogueira e Alinne Moraes. São elas que vão mobilizar o espectador, utilizando para isso as palavras escritas por Gustavo Pinheiro. Tudo mais é secundário e estará a serviço das duas, para ajudá-las nessa tarefa primordial. 

 

Cabe a mim, como diretor, organizar a arena desse embate e conduzir as atrizes/’adversárias’ no uso de suas respectivas sensibilidades. No caso de uma‘peça de ator’, acreditem, já é coisa à beça.”, diz Leonardo Netto.

 

Local: Teatro Petra Gold / Sala Marília Pêra

Rua Conde de Bernadotte, 26 – Leblon  Tel: (21) 2529-7700

HORÁRIOS: sexta sábado e domingo 20h / INGRESSOS: sexta R$70,00; sábado e domingo R$80,00 / horário bilheteria:diariamente das 14h às 20h/ VENDAS POR INTERNET: www.sympla.com.br  / CAPACIDADE: 411 espectadores / DURAÇÃO: 60 min / GÊNERO: drama / CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: 14 anos / TEMPORADA: até 22 de dezembro

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